quinta-feira, 29 de setembro de 2005
Adote um bichinho, parte 2

terça-feira, 27 de setembro de 2005
Salci Fufu
Opa. Plínio falando.
Sim, sim. Começamos nosso segundo arco de histórias: "Adote um bichinho". Quando esta nova saga terminar muitas vidas terão mudado para sempre, e o destino da Terra será decidido de uma vez por todas. Ou isso ou eles vão conseguir um bichinho de estimação bacana.
Olhando a sua direita, vocês podem ver nossa recém-inaugurada seção de links. Na verdade, um baita jabá para promover os amigos e vice-versa. Mas podem visitar esse pessoal aí, que são todos gente fina. Mandem um abraço.
É isso aí. Se o volume de tirinhas cair nessas duas semanas, não se preocupem. É só o Festival do Rio sugando as migalhas de tempo livre que ainda tenho nessa vida. Beijundas.
Sim, sim. Começamos nosso segundo arco de histórias: "Adote um bichinho". Quando esta nova saga terminar muitas vidas terão mudado para sempre, e o destino da Terra será decidido de uma vez por todas. Ou isso ou eles vão conseguir um bichinho de estimação bacana.
Olhando a sua direita, vocês podem ver nossa recém-inaugurada seção de links. Na verdade, um baita jabá para promover os amigos e vice-versa. Mas podem visitar esse pessoal aí, que são todos gente fina. Mandem um abraço.
É isso aí. Se o volume de tirinhas cair nessas duas semanas, não se preocupem. É só o Festival do Rio sugando as migalhas de tempo livre que ainda tenho nessa vida. Beijundas.
segunda-feira, 26 de setembro de 2005
Adote um bichinho

terça-feira, 20 de setembro de 2005
O último quadrinho foi inspirado na carta que uma ex-suicide girl brasileira mandou para o RioShow, reclamando que o site era muito comercial. Acho que ela esperava que um site onde mulheres tatuadas posam peladas e falam de sexo fosse mais artístico. Tolinha...
segunda-feira, 19 de setembro de 2005
Garotas-suicídio

sábado, 17 de setembro de 2005
Explicando melhor

Para quem não se lembra do filme. Começando em cima, à esquerda, e seguindo no sentido horário. Mamãe alien coloca um ovo. Desse ovo sai um bichinho chamado face hugger, que usa o "rabo" para colocar o embrião de alien dentro de um astronauta. Depois de alguns dias o embrião sai, numa das cenas mais nojentas da história do cinema, e fica matando geral até a Sigourney Weaver acabar com ele. Repetir até Hollywood se tocar que não tem mais graça, ou até fazer um filme baseado no videogame baseado no filme.
terça-feira, 13 de setembro de 2005
O Maravilhoso Mundo do Cinema
Acho que, até agora, em nossa curta vida como site, a maior referência tem sido o cinema. Primeiro foi Romero, depois Sam Raimmi, seguido de Rober Rodriguez (ok, baseado no gibi do Frank Miller, mas quem "levantou o assunto" foi o filme), e finalmente a obra-prima gore travestida de sci-fi cabeça Alien, do falecido Ridley Scott. Calma, não precisa ir no site da CNN ver se o cara morreu. Falecido porque já faz muito tempo que o nosso amigo perdeu a mão. Não que eu esperasse um filme melhor que Blade Runner ou Duelistas, mas vamos combinar que filme épico com o Russel Crowe é muito chato. Bleh.
E já que o assunto é cinema, vou gastar uma onda de José Wilker e comentar de alguns dos poucos filmes já anunciados para o Festival do Rio. Sim! Temos Bill Murray e Jim Jarmush, combinação bonita que nem catupiry com goiabada, fazendo o "Broken Flowers". Bacana. E tem o "Thumbsucker", do diretor de clipes Mike Mills, sobre um garoto já marmanjo que preserva o hábito de chupar o dedão. Uma boa promessa, já que o cara vem da geração de video-clipeiros que trouxe Spike Jonze e Michel Gondry. Bacana. Mais? Tem "Crimen Ferpecto" (escreve assim mesmo), do genial Alex de la Iglesia, um dos melhores e mais injustiçados diretores da Espanha. Lá ele é famoso, mas aqui ainda falta chegar mais trabalhos do cara. Ele fez o brilhante trash-apocalíptico "O Dia da Besta", o inteligente "A Comunidade" e o sensacional "800 Balas". Esse último, então, vale arranjar onde for. É a linda história de um garoto que vai atrás do avô, ex-dublê de faroestes spaghetti (eles também filmavam na Espanha) que hoje atua de caubói num parque temático decadente. O filme é sensível, engraçado, lindão de morrer. Ou seja, bacana.
Além disso, tem a galera de sempre: Von Trier, Van Sant, o vencedor de Cannes da vez, um Ken Loachzinho puto com o capitalismo e os iranianos com suas criancinhas sujinhas.
Tomara que apareçam ainda outros filmes bacanas. Queria ver "The Aristocrats", filme em que 100 comediantes contam todos a mesma piada: a piada mais imunda, grossa e porca do mundo. A tese é de que comédia é como jazz: o interpréte é mais importante que a obra. Queria ver o "Tideland", novo novo do Gilliam e "Simpathy for Lady Vengeance", último filme da trilogia da vingança do nosso querido Chan-wook Park. Oh, deus. O dinheiro, o dinheiro...
Uma coisa: fiquem longe de "Casshern". O visual é até bacaninha, mas eu estava me revirando de tédio no final. Chato de doer. O Ary também viu, perguntem pra ele. Bleh.
Nossa, falei muito. Cansei. Isso aqui vai ficar parecendo blog. Bate na madeira... Bleh.
E já que o assunto é cinema, vou gastar uma onda de José Wilker e comentar de alguns dos poucos filmes já anunciados para o Festival do Rio. Sim! Temos Bill Murray e Jim Jarmush, combinação bonita que nem catupiry com goiabada, fazendo o "Broken Flowers". Bacana. E tem o "Thumbsucker", do diretor de clipes Mike Mills, sobre um garoto já marmanjo que preserva o hábito de chupar o dedão. Uma boa promessa, já que o cara vem da geração de video-clipeiros que trouxe Spike Jonze e Michel Gondry. Bacana. Mais? Tem "Crimen Ferpecto" (escreve assim mesmo), do genial Alex de la Iglesia, um dos melhores e mais injustiçados diretores da Espanha. Lá ele é famoso, mas aqui ainda falta chegar mais trabalhos do cara. Ele fez o brilhante trash-apocalíptico "O Dia da Besta", o inteligente "A Comunidade" e o sensacional "800 Balas". Esse último, então, vale arranjar onde for. É a linda história de um garoto que vai atrás do avô, ex-dublê de faroestes spaghetti (eles também filmavam na Espanha) que hoje atua de caubói num parque temático decadente. O filme é sensível, engraçado, lindão de morrer. Ou seja, bacana.
Além disso, tem a galera de sempre: Von Trier, Van Sant, o vencedor de Cannes da vez, um Ken Loachzinho puto com o capitalismo e os iranianos com suas criancinhas sujinhas.
Tomara que apareçam ainda outros filmes bacanas. Queria ver "The Aristocrats", filme em que 100 comediantes contam todos a mesma piada: a piada mais imunda, grossa e porca do mundo. A tese é de que comédia é como jazz: o interpréte é mais importante que a obra. Queria ver o "Tideland", novo novo do Gilliam e "Simpathy for Lady Vengeance", último filme da trilogia da vingança do nosso querido Chan-wook Park. Oh, deus. O dinheiro, o dinheiro...
Uma coisa: fiquem longe de "Casshern". O visual é até bacaninha, mas eu estava me revirando de tédio no final. Chato de doer. O Ary também viu, perguntem pra ele. Bleh.
Nossa, falei muito. Cansei. Isso aqui vai ficar parecendo blog. Bate na madeira... Bleh.
domingo, 11 de setembro de 2005
Contatos imediatos

terça-feira, 6 de setembro de 2005
...você não acertou.
Sim, sim. O notório "Jogo do Raul Gil", um ritual de passagem que separa os homens dos meninos. As regras, como vocês podem ver, são claras: o nosso querido Raul comete um erro de concordância e todo mundo toma uma dose. Dependendo da inspiração e da bravura gramatical do joiado apresentador, esse jogo pode acabar bem rápido.
Como vocês podem imaginar, isso foi baseado numa história real. Eu não conseguiria inventar algo assim para o quadrinho, focando em fazer piada. Não. Esses são aqueles momentos que simplesmente acontecem, numa nuvem difusa de álcool, enquanto a chuva da tarde cai lá fora. Da mesma forma que meninas de coração puro perdem a virgindade cedo demais foi criado o "Jogo do Raul Gil". Graças a deus, nenhuma virgindade foi perdida no processo. Não que eu me lembre.
Agora, em mais um "Rumo à Fama", informo que o movimento caiu no fim-de-semana. Normal, eu acho. Seria triste imaginar 50 e tantas pessoas que não tivessem nada melhor para fazer sábado e domingo. Até porque sábado passa Raul Gil, e agora todo mundo sabe o que fazer nessas horas. Certo?
Como vocês podem imaginar, isso foi baseado numa história real. Eu não conseguiria inventar algo assim para o quadrinho, focando em fazer piada. Não. Esses são aqueles momentos que simplesmente acontecem, numa nuvem difusa de álcool, enquanto a chuva da tarde cai lá fora. Da mesma forma que meninas de coração puro perdem a virgindade cedo demais foi criado o "Jogo do Raul Gil". Graças a deus, nenhuma virgindade foi perdida no processo. Não que eu me lembre.
Agora, em mais um "Rumo à Fama", informo que o movimento caiu no fim-de-semana. Normal, eu acho. Seria triste imaginar 50 e tantas pessoas que não tivessem nada melhor para fazer sábado e domingo. Até porque sábado passa Raul Gil, e agora todo mundo sabe o que fazer nessas horas. Certo?
domingo, 4 de setembro de 2005
O Raul perguntou...

quinta-feira, 1 de setembro de 2005
A Cidade da Cirrose
Opa. Plínio falando.
E a coisa começa a tomar forma. Daqui a pouco vai ficar parecendo mesmo um site de quadrinhos. Orgulho de papai. Já fizemos quase quarenta pageviews num dia só. Tudo bem que quase metade disso pode ser atribuída a nossa própria ansiedade, visitando o blog só pra ver se está tudo bem. Mas, 20 pageviews já sâo o suficiente para me deixar intoxicado com delírios de poder.
Mudando de assunto. Ou melhor, voltando ao assunto que introduziu-se no título do post, vocês viram Sin City? Eu gostei. Pra falar a verdade, mais do que o quadrinho. Pra falar mais a verdade ainda, eu nunca fui muito fã do Frank Miller. Ok, Cavaleiro das Trevas é legal, Batman Ano Um é legalzinho e pronto. Acho o cara muito prepotente, com umas historiazinhas mequetrefes travestidas de algo "conceitual" (irg!), de graphic novel (duplo irg!). Isso sem falar que o desenho do moço é horroroso. Isso, nem o maior fã babão consegue me convencer do contrário.
Bom, vai lá embaixo e dá uma lida. Ninguém quer saber minha opinião mesmo. O povo gosta é de piada de sexo, bebedeira, porcaria e sacanagem. Chafurdem, meus queridos.
E a coisa começa a tomar forma. Daqui a pouco vai ficar parecendo mesmo um site de quadrinhos. Orgulho de papai. Já fizemos quase quarenta pageviews num dia só. Tudo bem que quase metade disso pode ser atribuída a nossa própria ansiedade, visitando o blog só pra ver se está tudo bem. Mas, 20 pageviews já sâo o suficiente para me deixar intoxicado com delírios de poder.
Mudando de assunto. Ou melhor, voltando ao assunto que introduziu-se no título do post, vocês viram Sin City? Eu gostei. Pra falar a verdade, mais do que o quadrinho. Pra falar mais a verdade ainda, eu nunca fui muito fã do Frank Miller. Ok, Cavaleiro das Trevas é legal, Batman Ano Um é legalzinho e pronto. Acho o cara muito prepotente, com umas historiazinhas mequetrefes travestidas de algo "conceitual" (irg!), de graphic novel (duplo irg!). Isso sem falar que o desenho do moço é horroroso. Isso, nem o maior fã babão consegue me convencer do contrário.
Bom, vai lá embaixo e dá uma lida. Ninguém quer saber minha opinião mesmo. O povo gosta é de piada de sexo, bebedeira, porcaria e sacanagem. Chafurdem, meus queridos.